Encontros de Solidariedade
  • Encontro Nacional de Solidariedade com Cuba no Rio de Janeiro:
  • Participamos e ajudamos na organização e mobilização deste evento, realizado na UERJ entre 26 e 28 de outubro de 1997, pela Casa Cuba-Brasil.

. VIII Convenção Nacional de Solidariedade com Cuba

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O Martí Popular participou com dois companheiros na Convenção Nacional de Solidariedade com Cuba realizada em Belo Horizonte, Minas Gerais, durante os dias 22 a 24 de junho. O Referido evento constituiu-se, mesmo com os problemas que achamos inaceitáveis em um evento como este, em um importante espaço de discussão das formas de encaminhamento do trabalho de solidariedade com aquele pequeno país que tenta, há 41 anos, viver independente e autonomamente.

Presentes à convenção estavam, além de Minas, delegados de Brasília, Rio de Janeiro, Espírito Santos, Pernambuco, Ceará, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, todos participantes de Associações, Centros Culturais ou CDR's. Estiveram presentes ao evento o Sr. Rolando Teles e a Sra. Sara Smith, do ICAP/Cuba, a Dra. Maria Dolores Ortiz, da Universidade de Havana, o Sr. Sergio Cervantes, Conselheiro Político da Embaixada de Cuba no Brasil, o Dep. Fed. Sérgio Miranda, Pc do B - MG, o Sr. Fernando Pelegrino, Coordenador de Desenvolvimento Humano do Gov. do Estado do Rio de Janeiro, a Sra. Mariza Rezende Alonso, Secretária Municipal de Cultura de B. Horizonte, o Dr. Luiz Eduardo Miranda Gonzaga, médico sanitarista e a Profa. Zuleide Faria de Melo, da Associação Cultural José Martí do Rio de Janeiro e professora da UFRJ. Na abertura, a presença de vários representantes de partidos e parlamentares hipotecaram seu apoio e empenho na ampliação de um bloco de pressão parlamentar pró Cuba ao nível governamental. Nas comissões de trabalho foram discutidos os temas das Brigadas de Trabalho Voluntário, do Intercâmbio Cultural e Científico, da Educação e Saúde, das Ações contra a propaganda negativa contra Cuba do II Encontro Mundial de Solidariedade com Cuba e das Ações Contra o Bloqueio Norte-americano. Como propostas do encontro aprovadas no relatório final destacam-se:

a) Realização de uma campanha Nacional de solidariedade a Cuba;

b) Buscar, através da pressão de parlamentares de esquerda que os governantes de todas as esferas do Brasil se posicionem contra o seqüestro do menor Elián Gnzáles Brótons e seu conseqüente retorno a Cuba;

c) Pleitear junto à Cubana de Aviación a possibilidade de retomar os vôos partindo do Rio de Janeiro;

d) Criar um tribunal Nacional e Internacional para julgar o bloqueio norte-americano contra Cuba;

e) As entidades responsáveis pela organização de Brigadas de trabalho voluntário estabelecerem uma campanha de conscientização dos verdadeiros objetivos do evento;

f) Ocupar o máximo espaço possível dentro das escolas e universidades para promover a educação cubana e o pensamento martiano Dentre todas as propostas, ao nível políticos podemos resumir as decisões do encontro em dois pontos fundamentais:

a) O Manifesto da Convenção contra o bloqueio norte-americano à Cuba e pelo retorno imediato de Elián Gonzáles;

b) A decisão de intensificar em todas as esferas, e ao nível nacional e internacional, as ações de denúncias do bloqueio e todas os seus acessórios e manobras;

c) A unidade de ação do movimento de solidariedade com Cuba; d) A promoção do II Encontro Mundial de Solidariedade com Cuba;

e) O aperfeiçoamento da política de recrutamento e organização das Brigadas de Trabalho Voluntário.

f) A escolha, por não haver outro estado interessado, do Rio de Janeiro como sede da convenção de 2001.

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XIII Convenção Nacional de Solidariedade a Cuba - Realizada em junho de 2005, em São Paulo, esta Convenção congregou as diversas entidades que trabalham a questão da Solirariedade a Cuba no Brasil. A presença e a participação do Martí Popular no evento foi bastante objetiva e desprendida de pretenções acerca de quem se aptresentava mais solidário dentro do plenário. Nossos representantes contribuiram nas discussões das comisssões, sem intenções de fazerem prevalerer as nossas posições setoriais mas, pelo contrário, buscando o consenso no que poderia ser mais positivo para o movimento de solidariedade e particularmente para Cuba. Na plenária, nosso representante questionou qual seria a forma ou o modelo de se medir a solidariedade, colocou as dificuldades que nossos companheiros tiveram para chegar a São Paulo, ao local da Conferência e para se alojarem, por conta própria, apesar de lhes ter sido garantido acomodações quando da convocação.

Apesar de todos os problemas, o evento constituiu-se em mais um importante espaço de discussão das formas de encaminhamento do trabalho de solidariedade para com Cuba, ficando patente, é claro, que trabalhar a solidariedade, por muitas vezes, beneficia muito mais a nós mesmos, enquanto entidades, que propriamente a Cuba.

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